Numa noite quente de agosto como a que se viveu no dia 23 de agosto, o Levante chegou à zona ribeirinha de Olhão, para gáudio das centenas de pessoas que desfrutavam do local. Os Satori animaram o arranque da segunda edição das Noites de Levante, uma organização da Câmara Municipal de Olhão, que também ofereceu a música de JP Simões às muitas famílias residentes e às que desfrutam das suas férias na cidade cubista.
Os elementos da Associação Artística Satori, com sede em Salir, surpreenderam os presentes com o seu espetáculo de fogo e artes circenses, que fizeram com que o público seguisse os seus passos ao longo da Avenida 5 de Outubro e Jardim Pescador Olhanense, terminando com uma apresentação junto ao palco situado entre os Mercados. No «cortejo» não faltaram réplicas de barcos que fazem parte da história de Olhão, como o Bom Sucesso, bombos, manipuladores de fogo, equilibristas e muita representação.
O cantor e compositor de Coimbra JP Simões, que passou pelos projetos Pop Dell’Arte, Belle Chase Hotel e Quinteto Tati, subiu ao palco situado junto aos Mercados para interpretar temas dos seus mais recentes trabalhos, casos de Roma, Tremble Like a Flour ou 1970, o seu disco de estreia a solo e muito aplaudido pela crítica. Na noite de quarta-feira, foi a vez de os «Mesa Pra Dois» apresentarem um espetáculo de música funk, reggae, disco e pop.
Na quinta-feira, 25 de agosto, a noite será de fado e teatro, com o Monólogo de Branca Gil. As Noites de Levante 2016 terminam da melhor maneira, na sexta-feira, 26 de agosto, com o espetáculo «Fire Sculpture Mobile», que promete impressionar. Segue-se Tango com Marioneta por Alexandre Lopes e a música funk d’Os Compotas. 



A aldeia do Alportel acolheu três originais intervenções artísticas da autoria dos artistas Susana Gaudêncio, Tiago Batista e Xana, integradas no «Projeto Watt? – Um projeto artístico para a comunidade», uma parceria desenvolvida entre a Fundação EDP e o LAC – Laboratório de Atividades Criativas. Lugares inesperados no sítio do Alportel, no concelho de São Brás de Alportel, ganharam uma imagem renovada sob ação deste original projeto artístico, iniciativa integrada no projeto Arte Pública da Fundação EDP que está a decorrer em diversos pontos do país.
No Adro do Alportel, zona central da aldeia, surgiu subitamente o jornal de parede «O Portal», uma obra assinada pela artista Susana Gaudêncio. Inesperadamente, na fachada do antigo Posto de Transformação Elétrica, surgiu a obra de arte «O Céu é uma Torre», de autoria do artista plástico Xana. E nas paredes do Lavadouro, ponto de encontro e de histórias, Tiago Batista brindou o público com a obra de arte de rua «Nada se Lava Sozinho». São três obras de arte que pretendem revitalizar o espaço público numa zona de baixa densidade populacional, numa atitude de democratização da cultura, onde a arte funciona como instrumento de inclusão social.
O Projeto Watt? resulta de uma parceria entre a Fundação EDP e uma coletividade local, o LAC – Laboratório de Atividades Criativas, e procura oferecer à comunidade local novas experiências culturais, aproximando a comunidade desta forma de expressão artística. Para além das intervenções realizadas em São Brás de Alportel, o projeto que está a decorrer em todo o país, prevê para o Algarve novas criações em Lagos (Barão de São João), Loulé (Alte), Portimão (Mexilhoeira Grande), Silves (Messines) e Vila do Bispo.



O site / motor de busca Momondo colocou a praia de Cacela Velha no «top 10» das mais exclusivas e resguardadas do Algarve. Nas razões da escolha estão a beleza selvagem do areal, com fauna e flora a condizer, a que se junta o magnífico enquadramento do Parque Natural da Ria Formosa, bem como a beleza da vila histórica de Cacela Velha. Do leque de atributos da praia fazem parte as suas dimensões generosas, assim como a água quente e cristalina desta zona balnear do concelho de Vila Real de Santo António.
Depois de ter sido eleita uma das melhores praias do mundo pela revista «Traveler», esta zona balnear do concelho de Vila Real de Santo António, também conhecida como Praia da Fábrica, foi igualmente destacada como uma das pérolas do litoral português pelo blogue de viagens «O Meu Escritório é lá Fora!». Acessível apenas por uma curta viagem de barco ou a pé, pela ria, na maré baixa, a praia da Fábrica está situada na península de Cacela e marca o início da Ria Formosa. Caracteriza-se pela sua grande extensão, pelas águas tépidas e calmas durante o período estival e pela beleza das suas paisagens.
A sua qualidade e diversidade ambiental levaram a associação Quercus a classificá-la com «Qualidade de Ouro», tendo também sido considerada pelo prestigiado jornal «The Guardian» como uma das dez melhores praias da Europa para a prática de caminhadas. O areal da Fábrica integra a recém-criada marca «Praias de Cacela», lançada pelo município de Vila Real de Santo António, que engloba as praias de Manta Rota, Lota e Fábrica.
A Momondo.pt é um motor de busca que pesquisa milhares de sites de agências de viagens e companhias aéreas e compara milhões de preços para voos, hotéis e carros de aluguer.


A segunda fase do Orçamento Participativo de Lagos 2017 arranca no dia 5 de setembro, tendo sido 12 as propostas que, após análise técnica, passaram à fase de votação, período que vai decorrer até ao final do mês de setembro. Estas vão desde a instalação de ilhas ecológicas, passando por requalificações de ruas e jardins, até à construção de um parque biossaudável.
Recorde-se que, para além do Orçamento Participativo 2017 contar nesta edição com o dobro do valor do ano passado (300 mil euros), existiram mais duas novidades: este ano decidiu-se que o montante seria distribuído em seis parcelas, até 50 mil euros, para execução de projetos a localizar nas áreas geográficas correspondentes às antigas freguesias (Freguesia de Barão de São João, Freguesia de Bensafrim, Freguesia da Luz, Freguesia de Odiáxere, Freguesia de Santa Maria e Freguesia de São Sebastião). Por outro lado, houve igualmente a possibilidade de cada cidadão poder apresentar uma proposta (a mesma ou diferente) em cada uma das Sessões Participativas que tiveram lugar no passado mês de junho.



Vila Real de Santo António celebra, nos dias 3 e 4 de setembro, as festas em honra de Nossa Senhora da Encarnação, padroeira da cidade. Além da tradicional procissão e dos jogos populares, o cartaz contempla um espetáculo de fado, animação musical e fogo-de-artifício.
As festividades começam no dia 3 de setembro, sábado, com missa e novena, às 18h. À noite, tem lugar, na Praça Marquês de Pombal, uma Noite de Fado, evento que contará com a presença dos fadistas Elsa Jerónimo, Nádia Catarro, Neusa Brito e Renato Nené.
O ponto alto das festas acontece no domingo, dia 4 de setembro. Depois dos populares jogos tradicionais e das corridas de barco a remo, na parte da manhã, às 18h celebra-se a tradicional procissão em honra de Nossa Senhora da Encarnação, cujo cortejo percorre as principais artérias de Vila Real de Santo António. À noite, às 22h, na Praça Marquês de Pombal, tem lugar o concerto «Carla Sabino e André Ramos entre amigos», iniciativa que conta com as participações especiais de João Frizza e Possessivo. O espetáculo terá «sabor a Portugal» e inclui um repertório variado, percorrendo o país desde a música popular portuguesa até ao rock e rap.
O cartaz encerra com um espetáculo de fogo-de-artifício, à meia-noite, na Avenida da República, junto ao Rio Guadiana. As festas em honra de Nossa Senhora da Encarnação são organizadas pela paróquia local, pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, pela VRSA SGU, pela Junta de Freguesia de Vila Real de Santo António e pela Associação de Pescadores Santo António de Arenilha.



A «Fire!», com a chancela ambiental da WWF (World Wide Fund for Nature) e da LPN (Liga para a Proteção da Natureza) e a chancela desportiva da Associação Algarve Trail Running (coorganizadora), leva a efeito, no próximo dia 8 de outubro, o II Trail do Lince, iniciativa que conta com o apoio da Câmara Municipal de Silves.
Duas provas compõem esta segunda edição em Silves: uma caminhada com cerca de 12 Km de cariz lúdico e familiar (sem cariz competitivo) e um trail do lince curto com 12 Km (com um desnível acumulado de 800m » D+400 m). A iniciativa contempla também um trail longo, com cerca de 30 km, que irá realizar-se em Monchique. Em qualquer uma das referidas vertentes, a inscrição implica a adoção prévia do Lince Ibérico.
Refira-se que o «Trail do Lince» é o único evento desportivo que oferece a oportunidade de percorrer os trilhos do Lince Ibérico nas regiões de Silves e Monchique, tendo por objetivo captar a atenção do público com gosto por caminhadas e trail, contribuindo para a preservação do Lince Ibérico em Portugal. Mesmo sem participar nesta iniciativa, qualquer pessoa poderá «adotar» o Lince Ibérico através da aquisição do peluche WWF, sendo cinco euros doados à Liga para a Proteção da Natureza (LPN) e World Wide Fund (WWF), duas organizações que trabalham ativamente na preservação do habitat natural deste felino em extinção.



O Macdonald Monchique Resort & SPA acaba de lançar o Pacote de Surf para quem quer aprender a modalidade ou, simplesmente, aperfeiçoar a técnica. Com a opção de escolha de três ou sete noites, os Pacotes de Surf prometem manter a rotina à distância e, para garantir que os hóspedes aprendem bem a lição, as aulas são organizadas pela Future Surfing School, uma das escolas de Surf mais antigas e experientes do Algarve.
Os Pacotes de Surf incluem aulas de surf, bodyboard ou SUP (stand-up paddleboarding), durante dois ou cinco dias (de acordo com o pacote escolhido) nas melhores praias da região, assim como todo o material necessário. Para relaxar depois de um dia cheio de adrenalina, os hóspedes podem usufruir de duas horas do Circuito Termal no Sensorial Spa e desfrutar de uma massagem nas costas, com a duração de 25 minutos. Os mais corajosos ainda têm o ginásio e/ou uma sessão de 45 minutos de kinesis à sua espera.
Para assinalar o lançamento dos Pacotes de Surf, em setembro, o Macdonald Monchique Resort & SPA vai organizar atividades especiais com inspiração no surf, nomeadamente aulas de fitness inspiradas na modalidade e workshops com parceiros reconhecidos como a YONI Surfboards, que faz pranchas de madeira ecológicas, ou a Surfset Fitness.



A Câmara Municipal de Silves promove, através do seu sector de Psicologia, nos dias 23 e 24 de setembro e 7 e 8 de outubro, um curso de formação sobre Dislexia, Hiperatividade e Défice de Atenção. A iniciativa decorre na Biblioteca Municipal de Silves e é dirigida a profissionais com formação superior nas áreas da Educação e Saúde, incluindo docentes, psicólogos e terapeutas.
Sensibilizar para sinais e sintomas precoces; otimizar a triagem feita pelos docentes das crianças com possível hiperatividade, défice de atenção ou dislexia que são enviados ao médico de família ou psicólogo; melhorar a comunicação entre os docentes e os técnicos de apoio terapêutico e pedagógico, através da partilha de uma mesma linguagem e quadro de referência; melhorar a relação entre o profissional, a criança e os seus pais, através da sensibilização dos primeiros para as dificuldades associadas a estas problemáticas; e desenvolver a autoconfiança dos profissionais no trabalho com estas crianças, esclarecendo-lhes dúvidas e aumentando-lhes os recursos pessoais para as ajudar, são os principais objetivos desta formação.
O curso é ministrado por Marta Vidal Paula e tem um custo associado de 55 euros. As inscrições são limitadas a 25 formandos e terminam a 19 de setembro, devendo ser efetuadas através de ficha de inscrição disponível no site da CMS em http://www.cm-silves.pt/pt/destaques/2223/dislexia-hiperatividade-e-defice-de-atencao-sao-tema-de-curso-de-formacao-promovido-pelo-municipio-de-silves.aspx. O telefone 282 440 800 (ext.: 2630) e o endereço de correio eletrónico psicologia@cm-silves.pt são os contatos do sector de Psicologia do Município disponíveis para o fornecimento de informações adicionais.



As Festas do Pescador estão de volta para animar, homenagear os homens e as mulheres do mar e cumprir uma tradição que soma já 19 edições. Serão de 2 a 4 de setembro, na Praça dos Pescadores, em Albufeira, com atividades que se iniciam às 18h e terminam à 01h, com destaque para os espetáculos de Íris, do XX Festival de Folclore e de Quim Barreiros.
Esta homenagem aos pescadores foi uma ideia lançada em 1997 pelo Rancho Folclórico de Albufeira e logo acolhida pela autarquia local. O propósito foi o de homenagear os homens e mulheres que ao longo de séculos fizeram do mar o seu ganha-pão. De um programa voltado inicialmente para as práticas lúdicas ancestrais, como jogos populares e expressões etnográficas, esta homenagem foi acompanhando as mudanças sociais e já mereceu o destaque de uma publicação municipal intitulada «Gente de Mar».
Nos últimos anos, a Festa do Pescador tem contado com uma forte participação das associações de Albufeira e Olhos d’Água e espetáculos que atraem turistas e pessoas de toda a região à Praça dos Pescadores. Atualmente, o destaque vai para a gastronomia regional a cargo do associativismo, que reaviva diversos pratos tradicionais, como carapaus alimados, choquinhos com tinta, feijoada de búzios, cataplana, xerém, mariscos, os dom-rodrigos e os bolos de figo, de amêndoa e de alfarroba.
O encontro entre ranchos folclóricos regionais e do resto do país com referências ao mar é um dos pontos altos, o mesmo se podendo dizer do espetáculo que encerra o evento. O Festival de Folclore que se insere nesta homenagem vai já na sua 20ª edição. Quanto aos concertos, são da responsabilidade dos Iris, grupo algarvio que junta diversos fãs, graças às suas escolhas temáticas que geralmente refletem o modo de estar e de pensar da população algarvia, mas também do artista popular Quim Barreiros. 



O Algarve assinala, a 1 de Setembro, em Faro, o Dia Nacional das Bandas Filarmónicas. O evento é organizado pela Fundação INATEL em parceria com a Direção Regional de Cultura do Algarve e a Câmara Municipal de Faro, contando com o apoio do Teatro das Figuras.
Esta data comemorativa, instituída pelo Governo em 2013, será celebrada pelas entidades num concerto de bandas filarmónicas, visando o reconhecimento do trabalho que estas instituições centenárias têm desenvolvido no âmbito do progresso sociocultural por todo o país. «Música com Património», designação da ação comemorativa que decorrerá no Largo da Sé, em Faro, pretende unir a música e o monumento histórico.
A comemoração regional do Dia Nacional das Bandas Filarmónicas reflete e representa os valores e objetivos pelos quais se pauta a atividade destas entidades no âmbito da salvaguarda do património cultural imaterial. No âmbito da sua missão cultural, a Fundação INATEL é a primeira entidade portuguesa acreditada pela UNESCO como consultora para a salvaguarda do Património Cultural Imaterial.
O programa conta com as participações da Associação Filarmónica de Faro, Banda Filarmónica de São Brás de Alportel e da Banda Musical de Tavira, sendo a Direção Artística do Maestro José Branco. O espetáculo acontece no Largo da Sé, a partir das 21h30.


A V Edição do Ciclo de Música Antiga «Sons Antigos a Sul», na Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe, irá encerrar no próximo dia 26 de agosto, pelas 17 horas, com o Bando de Surunyo, e o tema «Loas, romances e vilancicos nos tempos da Restauração (1640 - 1668)». O Bando de Surunyo é um ensemble português sediado no Porto dedicado à interpretação de música inédita composta em Portugal no século XVII.
O agrupamento consiste num octeto vocal (três sopranos, dois altos, um tenor, um barítono e um baixo) e três instrumentos de baixo contínuo (viola da gamba, baixão e corda pulsada). Os concertos d’O Bando de Surunyo estão concebidos para poderem incorporar uma componente cénica, baseada na dança e gestualidade barroca, com a participação de um a três bailarinos. O nome do ensemble é retirado da obra «A Minino tam Bonitio», significando «Bando de Estorninhos». Integram este ensemble português: Tiple - Ana Vieira Leite, Marta Martins, Tania Esteves; Alto - Patrícia Silveira, Tiago Ribeiro José Leite; Tenor - Carlos Meireles; Baixo - Sérgio Ramos; Viola da gamba - Carmina Repas Gonçalves; Violas de cinco e seis ordens - Hugo Sanches; Baixão e Direção - Mélodie Michel; Orientação científica - José Abreu, Paulo Estudante.
Esta é uma iniciativa produzida pela Academia de Música de Lagos, integrada no ciclo «Música no DiVaM» do programa DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos – 2016 promovido pela Direção Regional de Cultura do Algarve em parceria com agentes culturais da região.

O programa de rádio «Praia a Praia», da TSF, esteve em direto da Praia dos Pescadores, durante a manhã do passado domingo, 21 de agosto. O repórter conduziu a emissão em direto durante mais de duas horas, descrevendo Albufeira como um local “de praias de areias brancas e águas azuis cristalinas, do verão, do calor, da noite, da movida, do branco das casas e das falésias, das figueiras, amendoeiras e laranjeiras”.
Ao longo do programa, o presidente da Câmara Municipal de Albufeira teve oportunidade de falar sobre variados temas, desde a qualidade ambiental das praias à multiculturalidade que se vive na cidade, passando pelos investimentos a nível cultural e turístico que estão a ser feitos no barrocal ou o recente lançamento da obra municipal «Albufeira Revisitada». “Esta época balnear está a correr muito bem, as pessoas estão a adorar o clima e a temperatura da água do mar, a par com a nossa excelente gastronomia e exímia forma de receber”, revelou Carlos Silva e Sousa, que garante estar a ter “um ano turístico de exceção, com uma ótima afluência de turistas nacionais e estrangeiros, e em que os nossos empresários estão satisfeitos por estarem a trabalhar cada vez melhor”.
Também José Santos, presidente da APAL, defendeu que “este ano tem sido bastante positivo para Albufeira e para todo o Algarve com taxas de ocupação muito satisfatórias”. O responsável acredita que “estamos no bom caminho da sustentabilidade para que nos próximos anos possamos viver com alguma tranquilidade, compensando os tempos difíceis que ultrapassámos. Acreditamos que o futuro será bastante risonho para o sector do turismo”, confessou.
A emissão da TSF contou também com os testemunhos de José Carlos Leandro, administrador do Hotel Alísios; José Abel Cabrita e Vítor Vieira, empresários de hotelaria e restauração; Filipa Sousa, albufeirense que venceu o Festival da Canção em 2012 e representou Portugal na Eurovisão; Luís Campos, arqueólogo e técnico municipal; Luísa Monteiro, uma das autoras da obra «Albufeira Revisitada»; alguns pescadores locais; José Manuel Monteiro, mais conhecido por «índio», um artista plástico que costuma realizar construções em areia; e Sónia Demétrio, do Futebol Clube de Ferreiras, que se encontrava na Praia dos Pescadores a acompanhar a 11ª Prova de Mar de Albufeira, inserida no 24.º Circuito de Mar do Algarve, que estava a decorrer em simultâneo. Durante a manhã, professores do Ginásio Clube Português desafiaram os banhistas a participar em aulas de fitness e running numa parceria com a TSF.



As obras de repavimentação da estrada que liga as localidades de Vale Fuzeiros, Amorosa e Calçada, em São Bartolomeu de Messines, estão concluídas. A intervenção, que inclui também a colocação de sinalética vertical e horizontal, traduziu-se num investimento na ordem dos 318 mil euros, comparticipados em 65 por cento (fundo não reembolsável), através de candidatura comunitária apresentada pelo Município de Silves, em 2015, ao PO21 (anterior quadro comunitário).
A repavimentação qualificada desta estrada traduz-se numa melhoria significativa das condições de circulação e segurança rodoviárias, num importante eixo com ligação à EN 124, beneficiando fortemente os utentes, a população residente e os agentes económicos locais.



De 23 de agosto a 2 de setembro decorre, no Castelo de Silves, uma intervenção arqueológica no denominado Palácio das Varandas, com o objetivo de retirar os estuques decorados existentes no local, tendo em vista a sua restauração e reconstituição gráfica para posterior estudo e musealização. A responsabilidade destes trabalhos é da Universidade Nova de Lisboa em colaboração com o Município de Silves. Os trabalhos arqueológicos são coordenados pela Professora Rosa Varela Gomes e o Arquiteto Mário Varela Gomes, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa (UNL), sendo a equipa constituída por dois arqueólogos responsáveis, bem como por seis alunos e um assistente de arqueólogo.
Recorde-se que o projeto de musealização do Castelo de Silves no âmbito do programa Silves Polis colocou à vista, no sector sudeste e sob palácio almóada existente a nascente, fragmentos de estuques correspondentes a sectores de arcarias, decoradas através de incisões e de pintura, assim como porções de paredes, ornamentados com motivos de carácter epigráfico, fitomórfico e geométrico que estavam sobre pavimento do século XI. A sua programação não permitiu, na altura, intervencionar a totalidade da área onde os referidos fragmentos foram encontrados, pelo que só a continuação da escavação arqueológica no referido local permitirá exumar a totalidade destes testemunhos evitando, assim, o seu desaparecimento devido à sujeição às diversas condições climatéricas.
De referir que o palácio das Varandas de Silves, famoso no Ocidente Peninsular, foi referido na eloquente poesia «Evocação de Silves», de Al-Mu’tamid, o rei poeta, onde o mesmo recorda, com saudade, os tempos de juventude passados neste palácio.



Albufeira comemorou o seu feriado municipal a 20 de agosto, assinalando a data de entrega da Carta de Foral, em 1504, pelo Rei D. Manuel. Do programa dos festejos constaram um arraial de Verão, uma caminhada solidária, o lançamento do livro «Albufeira Revisitada», o concerto com Camané e a realização de mais uma etapa do Campeonato Nacional de Futevoléi.

Texto: Daniel Pina | Fotografia: Daniel Pina e C. M. Albufeira

O Município de Albufeira voltou a assinalar o seu feriado municipal com um programa bastante diversificado e que assentou sobretudo na cultura e no desporto. As festividades arrancaram logo no dia 19 de agosto, com um Arraial de Verão no Mercado Municipal dos Caliços onde a sardinha foi estrela cintilante, a par da animação musical com Carlos Coelho. Depois, houve ainda tempo para uma Caminhada Solidária em prol dos Bombeiros Voluntários de Albufeira.
No feriado municipal propriamente dito, a 20 de agosto, as cerimónias oficiais tiveram início, como reza a tradição, com o Hastear das Bandeiras, junto aos Paços do Concelho, ao som do Hino Nacional interpretado pela Banda da Sociedade Musical e Recreio Popular de Paderne. A Guarda de Honra foi feita pelos Bombeiros Voluntários e a Fanfarra desfilou depois pelas ruas da cidade. Enquanto isso, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, decorreu a apresentação do livro «Albufeira Revisitada», obra editada pela Câmara Municipal de Albufeira onde são revistos alguns factos da história local e divulgados outros ainda inéditos.
Dividido por cinco capítulos e um anexo com personalidades de destaque, fica-se a saber que existiu um sábio árabe em Paderne, que o garum foi uma exploração da costa de Albufeira em período romano, que a Santa Casa da Misericórdia foi fundamental no apoio às crianças expostas e que o cientista Heinrich Willkomm descobriu nas margens da ribeira de Quarteira um narciso único em todo o mundo. A obra é da responsabilidade de Idalina Nobre, Luísa Monteiro, Manuela Santos e Rui Gregório, que estiveram presentes na cerimónia para autografar os exemplos distribuídos pelos populares que não faltaram a este emocionante momento.
Um livro que surgiu da vontade do edil Carlos Silva e Sousa de que se recordasse a história do concelho de Albufeira e de que não se deixasse cair a autoestima dos seus munícipes. “Temos que nos conhecer. Nada melhor do que ter perspetivas que nos elucidem sobre aquilo que somos e de onde viemos, porque isso nos ajuda a ter os pés bem assentes no chão e nos auxilia a planear o futuro”, frisou o presidente da Câmara Municipal de Albufeira, garantindo que esta obra é de fácil leitura, apesar do enorme rigor científico e trabalho de investigação que alberga nas suas páginas. “Os autores foram às fontes e descobriram coisas novas para nós, porque estavam arrumadinhas numa gaveta e esquecidas no tempo. Um património que agora veio à luz do dia e o desafio está lançado para que este trabalho tenha seguimento”, destacou o autarca.  
«Albufeira Revisitada» que foi feito pela prata da casa, ou seja, por funcionários da Câmara Municipal de Albufeira, facto que deixou bastante orgulhoso Carlos Silva e Sousa, mas também o presidente da Assembleia Municipal de Albufeira. “Os autores tiveram o cuidado de nos ensinar e espero que esta história tenha uma sequência, porque muitas vezes esquecemo-nos de ter orgulho de quem somos. Para caminhar em frente, temos frequentemente que jogar mão às nossas origens, a tudo aquilo que nos envolveu enquanto crianças”, sublinhou Paulo Freitas. “Podemos ter bastantes obras, inaugurar muitas coisas num Dia do Município, mas estamos aqui a fazer o lançamento de um livro que nos aguça o apetite para saber mais da nossa história”.
O programa do Dia do Município prosseguiu com a disputa da 5ª Etapa do Campeonato Nacional de Futevólei 2016, que juntou na Praia dos Pescadores as principais figuras da modalidade, com a vitória a ser alcançada, já no dia 21 de agosto, pela dupla algarvia Miguel Pita e Calita, do Messinense. Na noite de sábado a festa foi de outro tipo, com o concerto de Camané a encher por completo a Praça dos Pescadores para escutar os temas do seu novo disco «Infinito Presente», que entrou diretamente para o primeiro lugar do top nacional de vendas. Depois, às 24h, foi a vez dos céus de Albufeira serem coloridos com a habitual sessão de fogo-de-artifício na Praia dos Pescadores. 
O programa comemorativo terminou no dia 22 de agosto com a «11ª Prova de Mar de Albufeira», também na Praia dos Pescadores, numa organização do Futebol Clube de Ferreiras que contou com o apoio da Câmara Municipal de Albufeira, da Associação de Natação do Algarve, Junta de Freguesia de Albufeira e Olhos de Água, Marina Yatch Club e Surf Clube de Albufeira.



A cidade de Loulé recebe nos dias 26, 27 e 28 de agosto as três últimas iniciativas integradas no Loulé Summer, evento que tem a sua estreia este ano mas que se pretende passe a fazer parte da programação de eventos-âncora do Município de Loulé. Depois dos espetáculos da fadista Mariza e da Orquestra Clássica do Sul acompanhada por outro dos grandes nomes do Fado – Katia Guerreiro –, as atenções centram-se em Loulé, num fim de semana que promete muita animação, surpresas e certamente muitos visitantes à cidade.
Na noite de sexta-feira, dia 26, a proposta do Loulé Summer é a Night Parade, um evento noturno que, a partir das 21h30, levará à Praça da República, Largo Gago Coutinho, Largo Dr. Bernardo Lopes e Avenida 25 de Abril muita animação, com o desfile de alguns carros alegóricos, performers e muita música. Nesta época estival, a cor e a luz vão marcar esta festa que irá apelar aos cinco sentidos do público.
No sábado, 27 de agosto, um dos mais populares artistas portugueses junta-se à festa louletana. Tony Carreira regressa a esta cidade para um espetáculo, agendado para as 21h30, no Largo do Monumento Eng.º Duarte Pacheco, onde o cantor trará os grandes êxitos que o levaram a ser reconhecido como um símbolo do país junto da comunidade emigrante espalhada pelo mundo.
No encerramento da primeira edição do Loulé Summer, o DJ Hugo Tabaco anima o Urban Sunset no Largo de S. Francisco, a partir das 19h15. Neste pôr-do-sol celebrado no coração da cidade, o público poderá disfrutar de um ambiente lounge ao ritmo da música chill out e eletrónica. A noite culmina no renovado Largo D. Afonso III, pelas 21h30, com um concerto dos HMB, uma das bandas mais aclamadas do momento em Portugal, na área da soul e do r&b, com dois álbuns lançados e vários hits, entre os quais «O amor é assim», dueto com a fadista Carminho.

O Cine-Teatro Louletano inicia a sua nova temporada de programação, no próximo dia 2 de setembro, pelas 21h30, com o espetáculo «Dream First: Ouvir a Dança», pela «corpodehoje», com conceção e direção artística de Ana Borges. «Dream First – Ouvir a Dança» é um projeto de inclusão pela arte, com apoio da SIC Esperança em parceria com Portugal Masters Golf e as autarquias de Olhão e Loulé, a decorrer desde novembro de 2015, com crianças em situação social vulnerável e adultos portadores de deficiência, nos concelhos de Tavira e Olhão.
Tendo como diretrizes a conceção de educação libertadora e metodologia lúdica, na tentativa de guiar e manter sujeitos sociais, críticos, criativos e participativos, trabalhou-se a relação do corpo com a dança e a música, promovendo a autonomia e harmonia. Numa segunda fase de criação do espetáculo, o projeto recebeu crianças de Loulé igualmente em situação de vulnerabilidade social mas também outras pessoas da comunidade em geral. Colocando o sonho à flor da pele.
Estimulando a capacidade de criação e canalizando a criatividade, usa-se a dança e a música como catalisadores das emoções e sentimentos num sentido de melhor autoconhecimento e comunicação consigo mesmo e com o grupo. Além de ato criativo, este projeto é, sem dúvida, de educação pela arte, educação através da humildade para encontrar a igualdade e o respeito pelo amor. O espetáculo tem a duração de 45 minutos, dirige-se a maiores de 6 anos e tem um custo associado por pessoa de 3 euros. 

No passado dia 12 de agosto, a Galeria Municipal de Albufeira foi palco da entrega de prémios aos vencedores do concurso de artes «Cores e Formas dos Nossos Artistas», que contou com a participação de 18 autores num total de 56 obras. O presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Carlos Silva e Sousa, e os vereadores Marlene Silva, Rogério Neto e Ana Vidigal congratularam os três primeiros classificados – Brian Mehl («Les Quite Grandes Baigneuses»), Lino Gonçalves («Só Por Mais Um Milhão de Anos») e Luís Romão («The Big Tree Of Life») – a quem entregaram prémios monetários no valor de 750, 500 e 250 euros, respetivamente. Foram ainda entregues duas Menções Honrosas a Luísa Soares pelo trabalho intitulado «Vertigem» e a António Correia pela composição «Interdito».
Para além destas obras, a exposição integra mais 13 trabalhos selecionados pelo júri do concurso: «Voando entre Azul», pintura de Maria da Graça Cabanita, «Crucificação», pintura de Manuel Rodrigues Ribeiro, «Luzes do Dia», pintura de Verónica Martins, «Um Outro Olhar Sobre TIMOR», pintura de Sónia Balão Fernandes, «Mar», pintura de Rosa Barriga, «Paisagem Fluvial e Montanhas Rochosas», pintura de Joaquim José Veiga, «Vende-se Laranjas», pintura de Maria Jesus Feliciano, «Abstrato», pintura de Anabela Alambre, «O Regresso a Casa e Alguém Perdeu os Óculos», escultura de José da Piedade Vieira, «O Encanto da Noite em Albufeira», pintura de José Dâmaso, «Catadoras», pintura de Maria Zélia Rebelo e «Projeções», pintura (aguarela) de Susana Gonçalves. A exposição recebeu ainda a visita de uma delegação da Ilha do Sal, em Cabo Verde, liderada pelo presidente Jorge Figueiredo, que se encontrava no concelho para participar nas celebrações do Dia do Município e reforçar o acordo de geminação que une as duas cidades.
O concurso, que se realiza desde 1997 (apenas interrompido na edição de 2013), é de caráter bienal e tem por objetivo promover a valorização dos artistas naturais ou residentes no concelho de Albufeira nas áreas da pintura e da escultura. A exposição pode ser visitada até ao dia 17 de setembro, de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30. A Galeria encerra sábados, domingos e feriados.   



No passado sábado, 20 de agosto, o Calçadão Nascente de Quarteira foi palco de um concerto original onde a voz da fadista Katia Guerreiro se uniu à harmonia instrumental da Orquestra Clássica do Sul, dirigida pelo Maestro Rui Pinheiro. Nesta noite quente de verão, com a Praia de Quarteira como pano de fundo, foram muitos os turistas que quiseram assistir a este momento musical singular onde todo o sentimento transmitido pelo Fado, na voz de uma das mais prestigiadas fadistas do momento e dos seus músicos (Pedro de Castro, na guitarra portuguesa, André Ramos, na viola, e Francisco Gaspar, na viola baixo), foi acompanhado por esta Orquestra cujo trabalho é uma referência nacional.
Este foi um concerto integrado no Festival Caixa a Sul, que apresenta uma diversidade de espetáculos nas regiões do Algarve e Alentejo. A programação deste evento incluiu desde a música clássica à música de dança, cante alentejano e canto lírico. Recorde-se que a Orquestra Clássica do Sul nasceu em 2013 e tem como objetivo a promoção e a divulgação da música erudita, junto de diferentes públicos, num espaço geográfico de atuação agora mais amplo e diversificado que se alarga ao Alentejo, Península de Setúbal e Andaluzia, no sul de Espanha.
Depois do espetáculo de Mariza, em Loulé, este concerto constituiu o segundo momento da programação do Loulé Summer, promovido pela Câmara Municipal de Loulé. 



No âmbito da programação regular do Cine-Teatro Louletano para a segunda temporada deste ano (setembro a dezembro) e do Festival Verão Azul, organizado pela estrutura casaBranca, de Lagos, estão abertas as inscrições para todos os que, com ou sem experiência performativa, queiram participar na performance «Atlas Loulé», de Ana Borralho & João Galante. Procuram-se 100 pessoas de várias profissões (bem como reformados e/ou desempregados), idades (a partir dos 6 anos) e percursos de vida, oriundas ou não de Loulé, que possam integrar esta estimulante performance a realizar no dia 24 de setembro no Cine-Teatro Louletano, a qual juntará em palco diferentes personalidades, sensibilidades e perspetivas, numa experiência única e marcante.
Na mitologia grega, Atlas é aquele que foi condenado por Zeus a carregar o céu aos ombros. «Atlas» é uma performance que reúne uma centena de pessoas de diferentes profissões em palco. Nesta obra, Ana Borralho & João Galante pretendem construir um atlas da organização social humana, uma representação dos seres humanos através da sua função na sociedade em que se inserem. As inscrições são gratuitas (não havendo triagem de participantes) e estão abertas até ao dia 16 de setembro, através do email cinereservas@cm-loule.pt ou do telefone 289 414 604 (terça a sexta-feira, das 13h às 18h), bem como na bilheteira do Cine-Teatro.
Os ensaios com os participantes ocorrerão entre 18 e 23 de setembro, sendo a apresentação ao público realizada a 24 de setembro, pelas 21h30, no Cine-Teatro Louletano. A performance tem a duração de 80 minutos, destina-se a maiores de 12 anos e o custo associado por pessoa é de 10 euros, sendo de 8 euros para maiores de 65 e menores de 30 anos. O Cartão de Amigo do Cine-Teatro é aplicável a este espetáculo. 


No próximo fim-de-semana, a União das Freguesias de Moncarapacho e Fuseta encerra as suas Festas de Verão na Fuseta com um espetáculo com Saul, no sábado (27 de agosto), e com uma grande noite de fados, no domingo (28 de agosto). Saul sobe ao palco da Zona Ribeirinha da Fuseta por volta das 23h, antecedido de um baile que começa às 21h30 e que será abrilhantado pelo Duo Som Ritmo.
Saul Ricardo é um cantor de música popular portuguesa, tendo ficado conhecido na sua infância como «O Pequeno Saul». Foi um fenómeno de popularidade em Portugal aos seis anos de idade com a sua primeira aparição no «Big Show SIC», em 1993, ao imitar Quim Barreiros, conquistando os portugueses com o seu ar maroto e franzino. Em 1996, gravou o álbum «O Bacalhau Quer Alho», que viria a ser tripla platina. Ganhou também o título de artista mais novo a ostentar tal galardão em Portugal, por vendas superiores a 120 mil unidades.
No dia 28 de agosto, e no mesmo local, a partir das 22h, a noite será de fados, pela voz de Teresa Viola, Pedro Viola, Inês Graça e Sara Gonçalves.



De 8 a 10 de setembro, o Centro Cultural de Lagos volta a receber o mais antigo festival de flamenco que se realiza em Portugal, o Festival Flamenco de Lagos. O evento celebra, em 2016, a sua 15ª edição com três espetáculos de enorme beleza visual e sonora, nos quais estão representadas as distintas artes deste género, elevado a Património Imaterial da Humanidade em 2010 pela UNESCO.
À semelhança das edições anteriores, a organização deste evento aposta numa programação equilibrada, que junta artistas já consolidados com jovens talentos emergentes. Assim, no dia 8, sobe ao palco a ALMA FLAMENCA, com Jesus Herrera, Lola Jaramilla, Cristina Tovar e J. M. Tudela. No dia 9 é a vez do GONZALO QUINTERO Cuadro Flamenco, com Susana Casas, «El Junco» e Jesus Flores. Finalmente, no dia 10 de setembro, atua o HORIZONTE Cuadro Flamenco, com Gonzalo Quintero e Jesus Flores.



Ana Cabecinha alcançou a melhor classificação de sempre da marcha portuguesa ao classificar-se na 6ª posição da prova dos 20 quilómetros nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, com o tempo de 1:29:23, a 48 segundos da medalha de ouro obtida pela chinesa Hong Liu, sua adversária e uma das suas referências na modalidade. A recordista portuguesa, e atual campeã nacional da distância, lutou até à exaustão, tendo sempre mantido em tensão todos os portugueses, e particularmente os olhanenses que visionaram a prova.
O tempo que a atleta do Clube Oriental de Pechão fez é superior ao seu recorde nacional e às suas duas anteriores participações em jogos olímpicos: em Pequim foi oitava classificada, tendo gasto 1:27:03, e em Londres ficou na nona posição com o tempo de 1:28:03. Curiosamente, qualquer um destes tempos daria o ouro no Brasil, sendo certo que as variáveis foram outras e igualmente as suas adversárias também fizeram marcas abaixo das suas potencialidades. O feito conseguido por Ana Cabecinha é motivo para que, no dia 24 de agosto, seja recebida em festa no Clube Oriental de Pechão, concelho de Olhão, onde marcarão presença diversas entidades locais e concelhias, entre elas o presidente da Câmara Municipal de Olhão, António Miguel Pina, assim como elementos da Federação Portuguesa de Atletismo.
O autarca olhanense já mostrou a sua satisfação e orgulho pelo resultado conquistado por Ana Cabecinha, “uma lutadora incansável que trouxe para o nosso concelho a marca de segunda melhor europeia em prova nos 20 quilómetros marcha nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro”. “Para nós, este sexto lugar é como se fosse de ouro”, enalteceu o presidente da Câmara de Olhão, depois de assistir à prova da atleta do Clube Oriental de Pechão.
Recorde-se que a Câmara Municipal de Olhão atribuiu um apoio financeiro de 7.500 euros para a preparação de Ana Cabecinha tendo como objetivo os Jogos Rio 2016, contribuindo para a realização de estágios em altitude (em Espanha) e para a participação em provas internacionais (Challenge Internacional de Marcha da IAAF – Associação Internacional de Federações de Atletismo). Também o treinador da atleta Paulo Murta, funcionário da Câmara de Olhão, teve dispensa do serviço para poder apoiar a atleta da melhor forma na sua preparação.



Vila do Bispo recebe, de 2 a 4 de setembro, a V edição do Festival do Perceve, evento que decorrerá na Escola E.B.2,3 de S. Vicente. Nestes três dias, os visitantes terão ao seu dispor várias iguarias que o município tem a nível gastronómico, onde o perceve será certamente o rei. Lapas grelhadas, mexilhões, moreia frita, navalheiras, salada de polvo, papas de xerém, papas de mexilhão e choco frito são outras das variedades gastronómicas que irão fazer as delícias de todos aqueles que visitem este certame.
O evento, que já é um lugar de passagem obrigatória, conta ainda com muita animação musical. Assim para a sexta-feira (dia 2) está prevista a atuação do Quarteto de Fado ao Sul e do grupo Jô-Kina & Bakorinhos. No sábado (dia 3) marca presença o grupo Albuhera e no domingo (dia 4) está agendada a atuação de Mr.Carly, Shoo e Pajó e do DJ Dope Boy.
Este ano, a organização do evento decidiu, tendo em conta o elevado número de visitantes nas edições anteriores, aumentar o espaço onde irá decorrer o certame. Deste modo, a iniciativa irá realizar-se numa tenda e no Pavilhão da Escola, onde existirão stands com artesanato, produtos típicos da terra, entre outros. Para receber os convidados, as portas abrirão todos os dias pelas 14h e encerrarão pelas 02h da manhã.
Organizada pela Associação de Marisqueiros de Vila do Bispo e Costa Vicentina, com o apoio logístico e financeiro da Câmara Municipal de Vila do Bispo, esta iniciativa tem como objetivo promover uma das maiores iguarias gastronómicas do município, o perceve. Recorde-se que os perceves são abundantes na Costa Vicentina, mas muito difíceis de apanhar, devido aos locais de difícil acesso onde se encontram. Os marisqueiros descem as falésias para os apanhar, o que é perigoso tendo em conta a inclinação das mesmas. Às vezes a sua vida depende do companheiro que fica em cima, junto à corda de segurança, para apanhar perceves nas rochas, expondo assim as suas vidas a perigos constantes. É considerado como um dos mariscos mais seguros, em termos de qualidade e conservação.